It takes a great deal of History to produce a little History

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Friday, March 31, 2017

HISPANIA OCCIDENTALIS


Este trabalho é um caso de estudo substantivo de produção de cartografia regional da Antiguidade romana, do ponto de vista da Geografia História.

Ele tem como resultado principal um "mapa-síntese" multitemático da parte extremo-ocidental da Península Ibérica entre os séculos I e V da nossa Era.

O trabalho inclui uma introdução geral às temáticas historiográficas, metodológicas e conceptuais da produção e significado da cartografia actual sobre épocas antigas.

Inclui sobretudo também uma teoria de sistematização do espaço geográfico provincial e local do Império Romano, ainda em desenvolvimento.

Inclui ainda a apresentação do referido mapa e dos elementos da sua produção e organização e do projecto da sua continuidade editorial.

Inclui finalmente o mapa propriamente dito, em formato pdf híbrido (para impressão em papel ou visualização digital) e um atlas temático produzido com materiais que entram na sua construção ou com selecções temáticas parciais do próprio mapa.

A publicação não abrange no entanto nem leituras ou interpretações sistemáticas da geografia obtida nem uma crítica historiográfica da informação utilizada.

O projecto de edição encontra-se ainda numa fase atrasada: na versão aqui disponibilizada falta cerca de um terço do texto e a montagem e sequenciação gráficas são meramente operativas.

Convém abrir o ficheiro pdf com um leitor que permita ligar e desligar "layers", de modo a poderem seleccionar os temas do mapa.

http://geohistorica.net/transfer/HPO-1.0.net.pdf
(atenção, tem 20 MB)

Apresentação em video sobre o projecto (versão já desactualizada).




Saturday, December 15, 2012

Carta Parietal da Região de Tavira (J. de Sande Vasconcelos [1790-1797]). Estudo analítico em curso

A chamada "Carta Parietal" de José Sande Vasconcelos foi "descoberta" na Biblioteca Nacional de Lisboa aquando da preparação da Exposição "Tavira, patrimónios do mar" de 2008. É um documento impressionante, com mais de quatro metros de extensão.

Mapa original muito reduzido
Enquadramento e orientação aproximados
Eis uma selecção do registo bibliográfico do documento na Biblioteca Nacional de Lisboa:
AUTOR(ES)
Vasconcelos, José de Sande, 1730?-1808; Melo, Luiz de Mendonça, co-autor
ESCALA
Escala [ca. 1:3500], meio quarto da légua que são 343 braças = [21,85 cm]
DESCR. FÍSICA
1 mapa : manuscrito, color. ; 172x411 cm
NOTAS
Este mapa terá sido elaborado em 1780 em conformidade com: Brabo, F. A. D. (2004) "José de Sande Vasconcelos: engenheiro militar e cartógrafo no Algarve nos finais do séc. XVIII". Stilus, no 6-7 (Jan.-Dez.), pp. 145-176

Este mapa está, provavelmente, incompleto, apresentando ausência de título e da responsabilidade do Conde de Val de Reys, governador do Algarve, que surge normalmente nos mapas do autor

Mapa com pequenos rasgões, bastante partido, com muitas falhas de verniz
CDU
914.696(084.3),912"17"(084.3)

Na exposição de Tavira esteve uma cópia de grandes dimensões mas quase ilegível, baseada numa digitalização de baixa-resolução. Essa mesma imagem foi publicada no respectivo catálogo, num desdobrável de dimensões demasiado pequenas e também quase ilegível.

A "Carta Parietal" foi objecto de um estudo publicado nesse catálogo por Miguel Soromenho, em que se destaca a crítica externa do documento histórico e a uma introdução à vida e obra do seu autor [1].

Aí se assinala ser "um dos maiores documentos do género conhecidos em Portugal no séc. XVIII", com as dimensões de 411x172cm. A sua data estabelece-se no intervalo entre 1790 e 1797, anos em que Sande de Vasconcelos teve a patente de coronel, que surge na legenda do mapa.


UM TRABALHO EM CURSO
O mau estado do original único e a má qualidade da digitalização dificultam ou impedem parcialmente a realização de um estudo analítico detalhado e sistemático da carta, que nunca foi feito até agora. Esse é no entanto o meu objectivo, tendo em vista a sua inclusão no meu futuro "Atlas Histórico de Tavira e das cidades da sua região".

 Nesta nota apresento apenas o estado actual, incompleto, da digitalização analítica vectorial do documento original.
 

Conjunto

Detalha Esquerda

Detalhe Centro

Detalhe Direita
A versão final será bastante mais elaborada e incluirá um modelo corográfico e a respectiva chave de leitura, para além de notas de crítica interna do documento e de uma lista sistemática de instâncias toponímicas e corográficas.


RUÍNAS DE BALSA E PROPRIETÁRIOS DA ZONA ANTES DA REVOLUÇÃO LIBERAL

Um dos aspectos mais interessantes e inéditos da carta (revelado agora pela primeira vez, ao que sei) é assinalar as ruínas da cidade romana de Balsa, embora sem as identificar ("casas dos mouros" na Xareca, que deverão corresponder às cetárias identificadas por Estácio da Veiga, e "Vestígios de fortificação" na zona do litoral da Quinta das Antas, vagamente desenhados por Estácio da Veiga como muros sobre a ria).

Certifica também ineditamente que a "quinta da Torre d'Aires" ainda não se chamava assim mas era então a "fazenda de Filipa Narcisa" no sítio de Andas. A "casa grande" da 2ª metade do séc. XIX era então o "monte de Filipa Narcisa".

A zona da Xareca pertencia a Rodrigo Tavares e a futura Quinta das Antas a Francisco Gomes Inglês.

Localiza ainda uma "torre antiga dos mouros", desconhecida noutras fontes contemporâneas com notícias sobre torres medievais e modernas, podendo tratar-se na realidade de ruínas de um monumento romano desconhecido.

Pormenor da zona da antiga cidade romana de Balsa

ATLAS HISTÓRICO DE TAVIRA

Sobre o projecto do Atlas Histórico de Tavira podem ver-se os nove posts já publicados em http://imprompto.blogspot.pt/search/label/Atlas%20Hist%C3%B3rico%20de%20Tavira
O projecto é descrito em http://imprompto.blogspot.pt/2010/09/atlas-historico-de-tavira.html
 
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[1] Miguel Soromenho, Catálogo, nº 1, "Cidade de Tavira e seus arredores" in Jorge Queiróz & Rita Manteigas (Coords.), Tavira, patrimónios do mar, Câmara Municipal de Tavira, Tavira, 2008: pp. 153-157

Tuesday, November 20, 2012

Protecção Administrativa dos Sítios Arqueológicos de Portugal

Protecção Administrativa dos Sítios Arqueológicos
Ensaio para o Atlas Numérico da Carta Arqueológica de Portugal Continental

Sítios arqueológicos quanto ao estado de classificação e de avaliação pela Administração Pública (IGESPAR).

Situação em 22 Set 2012, elaborada a partir de informação da base de dados Endovélico (IGESPAR, Lisboa).

Composição geral
Número e estrutura percentual de Sítios Arqueológicos (localizados ou não) com processos de classificação, por concelhos

Sítios Arqueológicos localizados, segundo o tipo de classificação administrativa. À direita, sítios sem classificação

Sunday, November 11, 2012

Perfil espaciotemporal da arqueologia portuguesa

Estudos para um atlas da carta arqueológica do Continente.

Perfil espaciotemporal da historiografia dos sítios arqueológicos de Portugal Continental.
 

Série cronológica de mapas dos sítios arqueológicos localizados, segundo escalões de datação da primeira fonte documental dos sítios.

Série correspondente de mapas de percentagens de número de sítios por concelho (localizados ou não) nos mesmos escalões.

Gráfico temporal correspondente do número de sítios arqueológicos por ano de datação da sua primeira fonte documental.


As chaves de legenda dos mapas percentuais serão apresentadas na versão final.

Informação elaborada a partir de elementos da base de dados Endovélico (IGESPAR, Lisboa). Instantâneo de 22 Set 2012.

A versão PDF (formato em alta-resolução) será fornecida a pedido.



Nº de sítios arqueológicos por ano de datação da fonte documental mais antiga (Detalhe). Sobreposição de média móvel quinquenal

Friday, October 19, 2012

Épocas. Ensaios sobre a Carta Arqueológica de Portugal

Indicadores elementares sobre épocas histórico-arqueológicas de ocupação.
Estudos cartográficos. 
Post em desenvolvimento

Modelo de dados da informação arqueológica usada na elaboração dos indicadores e mapas. Implementação em MS-Access
Modelo de processamento de dados. Rede lógica e interfaces

Sítios Arqueológicos por Concelho.
1) Densidade de Sítios (Nº de Sítios por Km2)
2) Nº de sítios

Sítios com ocupação por grandes épocas.
Indicadores concelhios:
1) Densidade (nº de sítios com ocupação na época por km2)
2) Peso relativo dos sítios com ocupação na época relativamente ao total de ocupações

 
Sítios com ocupação por grandes épocas.
1) Nº de sítios e peso relativo dos sítios da época, por concelho
2) Implantação pontual de sítios com ocupação na época (distribuição e densidade implícitas)



 Nota: A informação original foi extraída de um instantâneo da base de dados "Endovélico" (IGESPAR, Lisboa), em 22 de Setembro de 2012


Wednesday, October 10, 2012

Carta Arqueológica de Portugal

Ensaios preliminares e testes de uma Carta Arqueológica de Portugal 

Sítios Arqueológicos da Base de Dados Endovélico em 22 Set 2012, excepto se especificado em contrário

Ver o post anterior 
SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS (TOTAL)


PALEOLÍTICO

PALEOLÍTICO E MESOLÍTICO

NEOLÍTICO

NEOLÍTICO+CALCOLÍTICO E CALCOLÍTICO

IDADE DO BRONZE

IDADE DO FERRO

ANTIGUIDADE ROMANA

ALTA IDADE-MÉDIA / ANTIGUIDADE TARDIA

IDADE MÉDIA ISLÂMICA

IDADE-MÉDIA CRISTÃ/PORTUGUESA

IDADE MODERNA

IDADE CONTEMPORÂNEA

PERÍODO INDETERMINADO

GRAVURAS RUPESTRES

MENIRES (preto) E ANTAS (vermelhas)

POVOADOS FORTIFICADOS



Wednesday, June 22, 2011

Iberia and Algarve in the Narratio de Itinere Navali


Extract from of the Introduction
The study has four parts:

The first part describes a classical application of Medieval Historical Geography: the reconstitution of Iberian and North African political geography in 1189, on the point of view of a coeval literary source, the periplum-chronicle known as Narratio de Itinere Navali. It is a limited application, as it does not include the data of other contemporary documents of the same kind. In any case the Narratio is more than rich enough by itself to justify a dedicated geographical monograph.

The approach followed focuses on the building up of geographical structures and representations based on a systematic analysis of all geographical features identified in the Iberian part of the text. I confine myself here to the chorographic/regional level of geographical scale, generally ignoring features at the topographic and the urban/built levels.
The second part details elements of the historical geography of Portuguese Algarve related to places identified in the Narratio, particularly the castles dependent of Silves and the western part of the historical province.  
The third part summarizes a historical-linguistic approach of the Narratio as a source of coeval and older history of settlement of Algarve. It includes a philological supplement by Dr. Maria Alice Fernandes.
The fourth and last part is an appendix with maps on the topics addressed.
I must stress that bibliographical references and notes were kept to a minimum, adjusted to the concentrated nature of the digest. The selected bibliography listed at the end may serve as a convenient source of further references. The need to conjugate brevity with a large amount of information also led to the hard decision of replacing proper explanatory text with an overly schematic outline based on complex tables and diagrams, an approach which will not appeal to many.
For all this work I wish to thank Dr. Abdallah Khawli for his advice on Arabic sources and etymologies and collaboration in the transliteration of toponyms neither attested in al-Himyari nor in Al-Idrisi. Occurring mistakes and confusions in these or other subjects are my sole responsibility.

A geographical work


Apart from its value as a source of History of the Third Crusade and the first conquest of Silves, the Narratio is in itself a major work of medieval Geography of the Iberian Peninsula. Charles W. David already mentions the extraordinary interest of its author by quantitative and geographic information, and lists its numerous topics. He considers however that this particular interest, as well as its apparent consistency and reliability, are personal idiosyncrasies of the author and not fundamentally intended features of his work.

I have to disagree, with due respect. The systematic structure and degree of geographic detail of the Narratio suggest a program to collect comprehensive data relating to: regional navigation and geography; land accesses between the coast and Seville (the strategic heart of Al-Andalus); the military-political situation of the Algarve; and the expectations of economic rewards of any future ventures on the southern Iberian coast.

This global approach reveals, in my opinion, an intention of producing a report on political and military intelligence, in addition to a proper chronicle of hard achievements and efforts. This has been elaborated with a modicum of vainglory and hiding the sordid details of the Crusaders venal piracy, but also excluding tales of miraculous bigotry, so common in the chronicles of the time.

The last Iberian periplus?


From a point of view of Historical Geography, the Narratio is a remarkable example of a geographical periplus of the Iberian Peninsula, in the tradition of the Greco-Roman and Arab periploi. Together with De viis maris (whose information is one year posterior, even if published later) the Narratio is, far as is known, the last Iberian instance of this literary type.
Periploi are a type of work of Regional Geography, which may also be called coastal chorographies. They describe the perimeter of a region, from and along the sea coast, following a certain direction. They may correspond to chronicles of real sea travels (as in the Narratio) or to the consolidation of multiple voyages plus the information obtained from earlier written sources (as were the cases of Strabo and Al-Idrisi in their descriptions of the Iberian Southwest).

Periploi take the form of maritime itineraries, defined by a sequence of port stages separated by journeys of navigation marked by their duration. Rather than navigation guides, these itineraries serve mainly as as literary system of relative localization in the geographic space and as means of definition of the space itself. They emphasize the identification of physical accidents, ethno-political entities and coastal or not far from the sea towns. They are completed by some demarcation of the circumvented region and by a more or less succinct enumeration of inland features, typically including major path and waterways, as well as distances between the extremes of the region described.

They may finally contain information on climate, agricultural fertility, wealth or lack of natural resources, and on the inhabitants and their memorabilia, with an occasional gloss over their stage of socio-political and economic development, according to the criteria and cultural prejudices of the authors.

Periploi can be historically associated mainly to stages of geopolitical exploration that precede initiatives of pre-Modern imperialism: the control of strategic ports and waterways; the location of easily appropriable wealth; the identification and planning of emporia; or the potential occupation and systematic exploitation of territories.

Islamic sources


There are strong indications that the author of the Narratio relied on Islamic sources, literary and oral: pilots or sailors who knew the routes, regions and passing places. These sources provided the Arabic toponymy the author attempts to transcribe in Latin, better or worse.  An important part of this information was most probably taken from Arab written scripts through an interpreter, such as the overland itineraries from Seville.

The Narratio therefore represents – as far as I know – a unique case of articulation of first hand seafaring experience of North European navigators with the systematization of geographic information from Islamic authors.

Original aspects


For a modern scholar who knows his sources, the Narratio does not present major innovations to the medieval chorographic corpus of the Iberian Peninsula, considering both Islamic and Christian works. It is however uniquely comprehensive from the North European coeval point of view. Besides the extensive enumeration of geographical features, it also gives information on the political and chorographic status of listed towns and regions, an unusual fact in the geographical sources of the time.

But its main importance comes from previously undocumented aspects, related to Iberian medieval seafaring conditions and to the historical regional chorography of Almohad Algarve, both subjects I will address below.

The figure shows the approximate plans of all known relevant Medieval fortifications in the perimeter of the Narratio, excluding isolated towers. Nine fortifications are identified, six corresponding to strongpoints in the Narratio and three omitted.
The diagram places the plans side by side with a uniform scale and in their true northing, allowing the direct comparison of areas and shapes. Approximate areas are indicated in square meters.
Areas were measured in digital GIS space, not in real surveys. Their estimated absolute linear error is ±1 meter. Wall thickness is approximate, drawn from inconsistent sources. See bibliography for full sources.

Historical Linguistics of the places of Algarve named in the Narratio

Late Roman and Islamic historical chorography of the places of Algarve named in the Narratio


Tuesday, February 22, 2011

Toponímia da Propriedade Agrária

Distribuição geográfico de corónimos referentes a alguns tipos comuns de propriedade agrária e de povoamento rural.
Fonte: Repertório Toponímico do Continente (Versão digital. IGEOE).
Implantação em mapas de divisão concelhia. Clique as imagens para ampliar.

Léxico sem pretensões. Se houver interesse posso incluir uma lista bibliográfica sobre os conceitos:

Morgado
Arcaísmo toponímico.
Detentor do morgadio ou propriedade sujeita a vínculo de morgadio (i.e. inalienável e indivisível dentro da linhagem familiar). Os morgados podem Integrar-se em sistemas de propriedade imperfeita, como senhorio imanente de enfiteuses, ou em formas de exploração precária (arrendamentos e parcerias). Tipo definitivamente abolido em 1864.

Foro
Arcaísmo toponímico
Propriedade imperfeita. Senhorio útil da enfiteuse. Tipo entrado em desuso na 2ª metade do séc. XIX e definitivamente abolido em 1976.

Paço
Arcaísmo toponímico
Casa rural abastada, isolada ou em aldeia, originalmente de tipo senhorial. Residência de proprietário e sede de lavoura de propriedades que podem ser muito dispersas

Monte
Núcleo residencial rural pertencente originalmente a uma família ou grupo familiar.
Núcleo edificado, sede de Herdade, com residência do proprietário e dos trabalhadores e instalações agro-pecuárias.

Herdade
Média ou grande propriedade, constituída geralmente por monte e campos.

Quinta
Propriedade abastada caracterizada pelo núcleo edificado residencial e agro-pecuário, com destaque para a residência rural do proprietário e para as culturas mimosas muradas ou circunscritas na sua imediação (hortas e pomares). Associa-se frequentemente à cultura da vinha.
Quintas definem habitualmente regiões de média propriedade com culturas intensivas, nomeadamente nos arredores de centros urbanos ou em zonas vinícolas extremes.

Casal
Pequena propriedade ou exploração familiar caracterizada por uma casa de residência isolada. A parte rural pode limitar-se a uma pequena horta ou quintal, sendo então comum o corónimo Casa.
Casais, Casas e Foros definem habitualmente zonas de povoamento rural disperso. 

Horta
Pequena propriedade ou exploração usada para culturas hortícolas e similares. Frequente nos subúrbios urbanos, onde a casa residencial pode não existir. Quando existe o corónimo é um sinónimo habitual de Casal.

Corte
Núcleo residencial rural pertencente originalmente a uma família ou grupo familiar, em zonas onde a exploração pecuária de gado miúdo configura a forma do núcleo edificado, como recinto fechado.

CASAL, CASAIS, CASALINHO, CASALINHOS

CORTE, CORTES, CORTELHA, CORTELHAS

HERDADE, HERDADES

HORTA, HORTAS

MONTE, MONTES, MONTINHO, MONTINHOS (Casas ou Povoação)

QUINTA, QUINTAS
FORO, FOROS

MORGADO, MORGADA, MORGADINHO, MORGADINHA

PAÇO, PAÇOS