It takes a great deal of History to produce a little History

Saturday, December 15, 2012

Carta Parietal da Região de Tavira (J. de Sande Vasconcelos [1790-1797]). Estudo analítico em curso

A chamada "Carta Parietal" de José Sande Vasconcelos foi "descoberta" na Biblioteca Nacional de Lisboa aquando da preparação da Exposição "Tavira, patrimónios do mar" de 2008. É um documento impressionante, com mais de quatro metros de extensão.

Mapa original muito reduzido
Enquadramento e orientação aproximados
Eis uma selecção do registo bibliográfico do documento na Biblioteca Nacional de Lisboa:
AUTOR(ES)
Vasconcelos, José de Sande, 1730?-1808; Melo, Luiz de Mendonça, co-autor
ESCALA
Escala [ca. 1:3500], meio quarto da légua que são 343 braças = [21,85 cm]
DESCR. FÍSICA
1 mapa : manuscrito, color. ; 172x411 cm
NOTAS
Este mapa terá sido elaborado em 1780 em conformidade com: Brabo, F. A. D. (2004) "José de Sande Vasconcelos: engenheiro militar e cartógrafo no Algarve nos finais do séc. XVIII". Stilus, no 6-7 (Jan.-Dez.), pp. 145-176

Este mapa está, provavelmente, incompleto, apresentando ausência de título e da responsabilidade do Conde de Val de Reys, governador do Algarve, que surge normalmente nos mapas do autor

Mapa com pequenos rasgões, bastante partido, com muitas falhas de verniz
CDU
914.696(084.3),912"17"(084.3)

Na exposição de Tavira esteve uma cópia de grandes dimensões mas quase ilegível, baseada numa digitalização de baixa-resolução. Essa mesma imagem foi publicada no respectivo catálogo, num desdobrável de dimensões demasiado pequenas e também quase ilegível.

A "Carta Parietal" foi objecto de um estudo publicado nesse catálogo por Miguel Soromenho, em que se destaca a crítica externa do documento histórico e a uma introdução à vida e obra do seu autor [1].

Aí se assinala ser "um dos maiores documentos do género conhecidos em Portugal no séc. XVIII", com as dimensões de 411x172cm. A sua data estabelece-se no intervalo entre 1790 e 1797, anos em que Sande de Vasconcelos teve a patente de coronel, que surge na legenda do mapa.


UM TRABALHO EM CURSO
O mau estado do original único e a má qualidade da digitalização dificultam ou impedem parcialmente a realização de um estudo analítico detalhado e sistemático da carta, que nunca foi feito até agora. Esse é no entanto o meu objectivo, tendo em vista a sua inclusão no meu futuro "Atlas Histórico de Tavira e das cidades da sua região".

 Nesta nota apresento apenas o estado actual, incompleto, da digitalização analítica vectorial do documento original.
 

Conjunto

Detalha Esquerda

Detalhe Centro

Detalhe Direita
A versão final será bastante mais elaborada e incluirá um modelo corográfico e a respectiva chave de leitura, para além de notas de crítica interna do documento e de uma lista sistemática de instâncias toponímicas e corográficas.


RUÍNAS DE BALSA E PROPRIETÁRIOS DA ZONA ANTES DA REVOLUÇÃO LIBERAL

Um dos aspectos mais interessantes e inéditos da carta (revelado agora pela primeira vez, ao que sei) é assinalar as ruínas da cidade romana de Balsa, embora sem as identificar ("casas dos mouros" na Xareca, que deverão corresponder às cetárias identificadas por Estácio da Veiga, e "Vestígios de fortificação" na zona do litoral da Quinta das Antas, vagamente desenhados por Estácio da Veiga como muros sobre a ria).

Certifica também ineditamente que a "quinta da Torre d'Aires" ainda não se chamava assim mas era então a "fazenda de Filipa Narcisa" no sítio de Andas. A "casa grande" da 2ª metade do séc. XIX era então o "monte de Filipa Narcisa".

A zona da Xareca pertencia a Rodrigo Tavares e a futura Quinta das Antas a Francisco Gomes Inglês.

Localiza ainda uma "torre antiga dos mouros", desconhecida noutras fontes contemporâneas com notícias sobre torres medievais e modernas, podendo tratar-se na realidade de ruínas de um monumento romano desconhecido.

Pormenor da zona da antiga cidade romana de Balsa

ATLAS HISTÓRICO DE TAVIRA

Sobre o projecto do Atlas Histórico de Tavira podem ver-se os nove posts já publicados em http://imprompto.blogspot.pt/search/label/Atlas%20Hist%C3%B3rico%20de%20Tavira
O projecto é descrito em http://imprompto.blogspot.pt/2010/09/atlas-historico-de-tavira.html
 
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[1] Miguel Soromenho, Catálogo, nº 1, "Cidade de Tavira e seus arredores" in Jorge Queiróz & Rita Manteigas (Coords.), Tavira, patrimónios do mar, Câmara Municipal de Tavira, Tavira, 2008: pp. 153-157

Monday, November 26, 2012

Ensaio sobre o urbanismo romano de PAX IULIA (Beja)


Através da publicação de duas imagens pela prof. Conceição Lopes no Facebook, e através da gentil informação fornecida pela autora, fiquei a conhecer um estudo recente de Gérard Chouquer (http://fr.wikipedia.org/wiki/G%C3%A9rard_Chouquer) sobre o urbanismo romano de Beja/Pax Iulia.

O referido estudo intitulado Méthodologie de l'analyse de morphologie urbaine. Le centre historique de Beja (Portugal, Alentejo) está disponível em linha, no link indicado mais abaixo na bibliografia.

Trata-se de um autor bem conhecido dos estudiosos das obras dos gromáticos romanos, dos cadastros antigos e da disciplina por ele designada de arqueogeografia, também conhecida por topografia antiga.

A obra de Gérard Chouquer tem naturalmente um lugar de destaque na minha biblioteca, nas secções de geografia histórica e de estudos rurais romanos. 

De facto, só pelas vicissitudes das modas actuais e institucionais ela pode surgir ligada à arqueologia, tal como esta disciplina é ensinada e aplicada hoje!

O estudo referido sobre Beja é de grande importância para os estudiosos do urbanismo histórico antigo em Portugal. 

Não só porque apresenta um novo modelo de reconstituição da cidade baseado numa cuidada técnica analítica, como sobretudo porque inclui um verdadeiro manual de análise arqueotopográfica urbana, de grande qualidade e de valor inestimável para estudantes e profissionais.


HISTORIAL DAS RECONSTITUIÇÕES DO URBANISMO ROMANO DE BEJA / PAX IULIA

Como  homenagem ao estudo do prof. Gérard Chouquer e à sua publicação graciosa em linha, apresento um pequeno historial gráfico das reconstituições urbanísticas de Pax Iulia, tema que o autor aborda de modo desenvolvido no referido estudo. 


Tomo a liberdade de incluir duas novas reconstituições, não tratadas pelo autor. Acrescento no fim uma curta apresentação da problemática das fontes de informação em geografia urbana histórica.


1990 JORGE DE ALARCÃO
 

 
ALARCÃO 1990a: Ilustração p. 464; ALARCÃO 1990b:  fig. 2 p. 47. LOPES 2003: fig. 69, p. 190.



1987 MANUAL MAIA

 
MAIA 1987: Vol2: Sobreposição da Planta 8 (transparência): "Reconstituição conjectural de Pax Iulia" sobre a Planta 7: "Núcleo urbano mais antigo de Beja"


1996 VASCO MANTAS



MANTAS 1996a: 1ª versão na fig. 4, p. 15; MANTAS 1996b: fig. 2, pág. 48.


2006-7 LUIS FRAGA DA SILVA
 

 
Inédito. Elementos reconstituídos da malha urbana "romana" e dos seus ecos ortogonais, sem interpolações nem ajustamentos.
 


 
FRAGA DA SILVA 2007: detalhe da infografia p. 107. Reconstituição minimalista baseada na análise anterior e nos estudos publicados por ALARCÃO, MANTAS e LOPES.


2011 GÉRARD CHOUQUER

 
CHOUQUER 2011: fig. 27. Cidade medieval

 
CHOUQUER 2011: fig 39. Elementos morfológicos da cidade romana

 
Bibliografia


ALARCÃO (1990a) = Jorge de Alarcão
"O Domínio Romano" in Jorge de Alarcão (Coord.), Portugal, das origens à Romanização in Joel Serrão & A.H. de Oliveira Marques (Dir.), Nova História de Portugal, vol. I, Presença, Lisboa, 1990, pp. 343-489.
ALARCÃO (1990b)
"A urbanização de Portugal nas épocas de César e de Augusto", in Stadtbild und Ideologie. Die Monumentalisiergung hispanischer Stadte zwischen Republik und Kaiserzeit, Bayerische Akademie der Wissenschaften, Munich, 1990, pp. 43-57

CHOUQUER (2011) = Gérard Chouquer
Méthodologie de l'analyse de morphologie urbaine. Le centre historique de Beja (Portugal, Alentejo), Observatoire des Formes du Foncier dans le Monde, FIEF, Paris, 2011
(URL=http://www.formesdufoncier.org/index.php?rub=thematiques%2Fespurbains; data acesso= 22/11/2012)

FRAGA DA SILVA (2007) = Luis Fraga da Silva
Balsa Cidade Perdida, Campo Arqueológico de Tavira/Câmara Municipal de Tavira, Tavira, 2007

LOPES (2003)  = Maria da Conceição Lopes
A Cidade Romana de Beja. Percursos e debates acerca da "civitas" de PAX IVLIA, Universidade de Coimbra, Coimbra, 2003.

MAIA (1987) = Manual Andrade Maia
Romanização do Território Hoje Português a Sul do Tejo. Contribuição para a análise do processo de assimilação e interacção sócio-cultural. 218-14 d.C. 2 vols., Universidade de Lisboa, Lisboa, 1987.
 

MANTAS (1996a) = Vasco Gil Mantas
"Teledetecção, cidade e território: Pax Ivlia", Arquivo de Beja. vol. I, série III, (Abr. 1996), pp. 5-29.
MANTAS (1996b)
"Em torno do problema da fundação e estatuto de Pax Iulia", Arquivo de Beja. vol. II/III, 3e série, (Dez. 1996), p. 41-62
MANTAS (1990)
"Teledetecção e urbanismo romano: o caso de Beja", Geociências. V, 1 (1990), pp. 75-88



NOVA RECONSTITUIÇÃO DO URBANISMO DE PAX IULIA
O filme flash seguinte mostra uma apresentação de slides com as principais fases de um novo ensaio de reconstituição do urbanismo romano de PAX IULIA/BEJA. Baseia-se no meu trabalho de 2007 e nos desenvolvimentos recentes.

   Clique na imagem ou aqui para iniciar a apresentação.


FONTES DE INFORMAÇÃO NO URBANISMO HISTÓRICO. GENERALIDADES
As reconstituições de urbanismo histórico de determinadas épocas ou da sua evolução temporal são aplicações comuns em Geografia Urbana Histórica, levadas a cabo por geógrafos humanos, por arquitectos e por historiadores (hoje geralmente mais ou menos ligados às temáticas de índole arqueológica ou patrimonial).

Essas reconstituições materializam-se sobretudo na planimetria urbana, mais ou menos detalhada e precisa, e baseiam-se num amplo leque de fontes de informação, cada uma delas com as suas metodologias, técnicas e sistemas de classificação próprios. 

Faço aqui uma apresentação sucinta dessas fontes principais:

1. Fontes históricas

Tradicionalmente a Geografia Histórica recorre para o efeito maioritariamente a fontes documentais, sejam escritas, cartográficas ou iconográficas. O seu uso está de tal modo divulgado que não carece de apresentação

2. Fontes geográficas persistentes geocondicionadas

Recorre também a elementos páleo-fisiográficos (sobretudo hidrográficos e costeiros) e a elementos funcionais geocondicionados de carácter persistente, que não deixam vestígios materiais de épocas antigas mas mantêm o seu uso (ou reocupação) funcional em lugares específicos e de longa duração no contexto histórico pré-industrial.

São exemplos deste último caso: as localizações viárias; portuárias; defensivas; associadas a actividades extractivas ou manufacturas com matérias-primas altamente localizadas; de captação e transporte de água; de travessias de linhas de água; e de certos tipos de actividade religiosa de índole tópica.

3. Fontes toponímicas

Os nomes de lugar são um tipo especializado de informação espacial histórica. 

Por um lado têm características das fontes geográficas persistentes, enquanto marcadores de localização e ocupação, por outro lado têm características das fontes históricas, como elementos linguísticos susceptíveis de datação.

Transportam ainda informação semântica de carácter corográfico sobre o significado, uso e apropriação dos espaços designados nas épocas da formação dos nomes.

4. Fontes monumentais

Em certas cidades históricas as estruturas materiais sobreviventes de épocas passadas (monumentos presentes) têm um papel mais ou menos destacado na reconstituição das formas urbanas da sua época ou mesmo de épocas mais antigas. 

É o caso comum de fortificações, pontes, estruturas de abastecimento de água e edifícios singulares, com destaque nestes últimos para as igrejas no velho mundo.

5. Fontes arqueológicas

Com o desenvolvimento nas últimas décadas da arqueologia urbana, as estruturas arqueológicas urbanas postas a descoberto ou registadas têm vindo a tomar uma importância crescente na informação das reconstituições urbanísticas, tanto na escala topográfica como na escala arquitectónica.

O seu carácter geralmente muito pontual (e portanto pouco definidor do urbanismo subjacente) é compensado pela precisão da datação dos vestígios, geralmente superior aos demais tipos de informação.

6. Modelos teóricos: fontes de indução e de dedução funcional e estrutural


A criação progressiva de catálogos de urbanismo histórico de várias épocas e regiões começa a permitir a elaboração de modelos de urbanismo histórico-regional, suficientemente ricos e complexos para explicar as grandes e inúmeras variações individuais a partir de perfis definidos com um número restrito de factores comuns. 

Vai chegando ao fim a época quer do irracionalismo fenomenológico quer das generalizações grosseiras baseadas em documentação muito limitada e em casos de estudo singulares.

A capacidade preditiva e reconstitutiva dos modelos teóricos baseia-se geralmente na pré-definição de relações topológicas e geocondicionadas entre elementos identificados, propostos e omissos.

7. Fontes arqueotopográficas

A Geografia Histórica recorre finalmente a elementos sobreviventes da estrutura edificada e do parcelário urbano mais ou menos fossilizado. 

Neste último caso os parcelários sucessivos tendem a sobrepor-se ao longo do tempo, criando palimpsestos de arruamentos, quarteirões, logradouros e limites. 
Planos edilícios de geometria regular podem tender a transformar-se em malhas irregulares ou a desaparecer totalmente. 
Em contrapartida, novos eixos ou polaridades regulares podem estruturar eixos orgânicos antigos. Estas duas tendências podem coexistir em cidades de maiores dimensões e com um largo historial urbano pré-industrial.

Em certos casos é possível discriminar partes historicamente distintas destes palimpsestos a partir da análise diferencial da sua geometria planimétrica e da análise das características e anomalias da altimetria do terreno. 

A métrica das malhas e a forma e dimensões específicas das redes e parcelas permite por vezes datar mais ou menos grosseiramente as intervenções urbanas respectivas

A tendência para a irregularização de eixos e limites modernos implica a pesquisa de ajustamentos significativos por regressão, interpolação e extrapolação, de modo a obter os eixos e limites mais antigos.

Este tipo de análise aplica-se genericamente a malhas e redes geográficas definidas no intervalo de escalas topográficas: urbanísticas; parcelários rural e cadastrais e viárias.

A análise arqueotopográfica está rigorosamente limitada pelo conhecimento das fases regressivas da formação dos palimpsestos em análise, a fim de tentar minimizar os erros associados genericamente a este tipo de abordagem (
de equifinalidade, indefinição e fusão).


BIBLIOGRAFIA GERAL: Será incluída se houver interesse

Tuesday, November 20, 2012

Protecção Administrativa dos Sítios Arqueológicos de Portugal

Protecção Administrativa dos Sítios Arqueológicos
Ensaio para o Atlas Numérico da Carta Arqueológica de Portugal Continental

Sítios arqueológicos quanto ao estado de classificação e de avaliação pela Administração Pública (IGESPAR).

Situação em 22 Set 2012, elaborada a partir de informação da base de dados Endovélico (IGESPAR, Lisboa).

Composição geral
Número e estrutura percentual de Sítios Arqueológicos (localizados ou não) com processos de classificação, por concelhos

Sítios Arqueológicos localizados, segundo o tipo de classificação administrativa. À direita, sítios sem classificação

Sunday, November 11, 2012

Perfil espaciotemporal da arqueologia portuguesa

Estudos para um atlas da carta arqueológica do Continente.

Perfil espaciotemporal da historiografia dos sítios arqueológicos de Portugal Continental.
 

Série cronológica de mapas dos sítios arqueológicos localizados, segundo escalões de datação da primeira fonte documental dos sítios.

Série correspondente de mapas de percentagens de número de sítios por concelho (localizados ou não) nos mesmos escalões.

Gráfico temporal correspondente do número de sítios arqueológicos por ano de datação da sua primeira fonte documental.


As chaves de legenda dos mapas percentuais serão apresentadas na versão final.

Informação elaborada a partir de elementos da base de dados Endovélico (IGESPAR, Lisboa). Instantâneo de 22 Set 2012.

A versão PDF (formato em alta-resolução) será fornecida a pedido.



Nº de sítios arqueológicos por ano de datação da fonte documental mais antiga (Detalhe). Sobreposição de média móvel quinquenal

Tuesday, October 30, 2012

Catálogo de Villas Romanas Espanholas

Maria Cruz Fernandez Castro
Villas Romanas en España
Ministerio de Cultura, Madrid, 1982

Trinta anos após a sua publicação, a obra de Maria Fernandez Castro continua a ser uma referência indispensável para os estudiosos da arquitectura das grandes villas romanas da Península Ibérica.

Estando o livro esgotado há muito e inacessível aos investigadores portugueses mais jovens, compilei e separei todas as ilustrações arquitectónicas e orientei-as (norte ao topo da página) sempre que possível. 
As réguas de escala foram também rodadas e por vezes relocalizadas no desenho. A numeração é convencional e corresponde à do original, não coincidente com a numeração do mapa de localização.

No conjunto este catálogo consiste em 75 ilustrações: um mapa de localização, 65 plantas e 9 reconstituições de alçados e coberturas, correspondentes a 60 villas romanas distintas.

Principais villas romanas espanholas
Clique para ampliar
As orientações aproximadas assinaladas corresponderão, na maior parte das vezes, ao velho hábito de não corrigir o desvio do norte magnético. Nesses casos as imagens deverão ser mentalmente rodadas c. 7 graus para a esquerda.


Clique sobre as plantas para as ampliar.

04 Aguilafuente

05 Aguilafuente:
alçado não orientado

06 Alcolea

07 Almenara de Adaja

08 Almenara de Adaja:
alçado não orientado

09 Baños de Valdearados

10 Pujól de Benicató

11 Boides. Orientação aproximada

12 Bruñel

13 Cabra

14 Comuñion. Orientação
aproximada

15 Cabriana (Comuñion):
sem orientação nem escala!

16 Camino Viejo de las Sepulturas

17 Campo Valdés

18 Can Rafart

19 Can Sens

20 El Castillet:
orientação aproximada

21 Centcelles

22 Centroña:
orientação aproximada

23 La Cocosa

24 Cuevas de Soria

25 Cuevas de Soria:
alçado não orientado

26 Daragoleja

27 Dueñas

28 Falces:
orientaçao aproximada

29 Fortunatus

30 Fortunatus:
alçado não orientado

31 El Hinojal:
orientação aproximada

32 Liédena

33 Manguarra y San José

34 Memorana:
orientação aproximada

35 Las Mesquitillas:
orientação  aproximada

36 Els Munts

37 Murias de Beloño

38 Murias de Beloño:
alçado não orientado

39 Murias de Beloño:
fases de construção

40 Navatejera

41 La Olmeda

42 La Olmeda:
alçado não orientado

43 Pared Delgada:
orientação aproximada

44 Paulenca:
orientação aproximada

45 Prado
(Granja) José Antonio

46 Puente de la Olmilla

47 Puig de Cebolla:
orientação aproximada

48 El Pumar:
orientação aproximada

49 Los Quintanares

50 Los Quintanares:
alçado não orientado

51 Quintanilla de la Cueza

52 Soto del Ramalete

53 Rielves:
orientação aproximada

54 Rielves:
alçado não orientado

55 La Rienda

56 Rio Verde

57 El Romeral

58 Sabinillas
59 Sádaba
60 Nuestra Señora de la Salud
1:Edifício principal

61Nuestra Señora de la Salud 2:
recinto
62 Santervás del Burgo:
orientação aproximada
63 El Santiscal

64-65 Sentromà:
orientação  aproximada?
66 El Soldán

67 El Soldán:
alçado não orientado

68 Las Tamujas:
orientação aproximada

69 Las Tamujas (Basilica):
orientação aproximada

70 Torre Llauder

71 Las Torres: orientação aproximada
72 Faro de Torrox 1:
recinto
73 Faro de Torrox 2:
edifício principal
74 Tossa de Mar:
orientação  aproximada

75 Valdetorres de Jarama:
não orientada

76 El Vilarenc

77 Villaverde Bajo
Orientação aproximada?